Bonita

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Nada foi tão desinteressante
Que não estivesse ficado interessante agora.
E o que é isso?
Minha perspectiva de vida.
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Mesmo que nunca o alcancemos,
Oh Ideal,
Mesmo com todas as batalhas pro futuro,
Deus!
Ainda que precise vencer todos os infernos que me aguardam
Lugar do último encontro 
De todos nós.
Depois deste plano inferior

Ser.
Simplesmente Ser,
Eis a questão.



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Eu não sei quem foi Jesus,
Um irmão?
Agradeço ao Pai pelos mentores na terra
Obrigada, obrigada.
Gratidão do poder estar no presente,
Mesmo que invisível pros olhos
Sei, também, 
Que haverá a fala posterior, 
Mas não faria sentido deixar-te guardado
Em nossa, 
belamente, 
dada
Semelhança Interior.
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Pra progresso do predestinado fado.
Quero conectar-me a ti.
Aqui
Pelo inexistente peso em minhas palavras,
Sei que entendes o que me torna cansado
E que o fado é saber do simples conteúdo
No círculo do ofício referido
Disso tudo que deve ser provado 
Daquilo que nunca será alcançado
À alguns
Ou muitos .
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Nada foi tão desinteressante
Que não estivesse ficado interessante agora.
E o que é isso?
Minha perspectiva de vida.
Os objetos parecem mais lógicos que o natural.
E as coisas assumem-se pomposas
Em suas posturas de coisas.
Finalmente um entendimento cabível
E se explicam as alterações,
Os impulsos e 
Assaltos 
Do 
Ser.
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Eu falo em lapsos de consciências,
Dadas experiências 
E eles mencionam que entendem minha fluência.
Recito sobre o mentor amor, 
E m seu sistema construtor.
Que movimentou-me às notas
E a loucura que há em mim,
Notas, 
Dissonâncias?
E o tanto lógico e razoável,
Donde está contido o nosso saber sobre todas as coisas.
Do conforto que se estabelece
Da verdade o natural que soa.
Poder perceber a vida
Como ela de fato é.
(?)
Notas?
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Por este instante que pode ficar perdido
Pela intuição da ambiguidade
Nada foi tão desinteressante
Na constância do equilíbrio
Deste incansável maestro
Que nos trouxe até aqui
Que não estivesse ficado 
Interessante agora.
Embala.
A minha simples sugestão
De que isso,
É apenas uma perspectiva da vida.
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Que nos momentos de esquecimento
Pela intuição da ambiguidade
Não nos perturbemos ao negativo
E que o Ser 
Seja só o que precisa
Além das paredes de pele, 
Unicamente em sugerida dimensão
Para que os sentidos fluam livres
Através da unanimidade
De entendermo-nos 
Um SÓ.

-Ariana Prestes
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Poema criado ontem,
Estive a meditar sobre o mesmo pela manhã,
E e fluiu a sentença que coloquei em texto e foto no video.
Espero que gostem!

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