“Ao amar outra alma em volta”

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Eu gosto do seu carinho
Pois me toca
Deve ser nosso pouco de roça
Violando o sentido deles.

À tanta injúria torta,
Quem sabe ao giro da roca
Do ponto místico quem toca
Tais nasais se desentorta.

E  perdoe elegante moço,
É que em estafo e alvoroço 
Eu renasço,
Prevaleço
Ao sentimento que me aporta.

Quando há tempos não dissolvia
Nas vigas que fecham a porta
Pois dessemelhantes são vias
Em dura alma tão morta.

Porém, já sem reviravolta
Amor. Oh, seu bendito venço
Transando no que convenço
Em dissonâncias dum assovio:
“Ao amar outra alma em volta”.

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