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Luis Ricardo Falero 1851 ~1896

terça-feira, 28 de maio de 2019



Garanto que não vão encontrar algo mais bonito por umbelo tempo.
Incríveis obras!

Ettore Tito (1859–1941)

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Nada mais belo poderia ter encontrado hoje:



Ilya Repin

sábado, 11 de junho de 2016

Sadko, 1876

Barge Haulers on the Voga, 1870 ~73

Assistir-se pela primeira vez!

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Achei bonito de ver :DDD

Segue:
Alice Barker, now 102, saw herself on camera for the first time, after a successful dancing career that started in the early 1940’s.
Barker has performed with some of the biggest names of stage and screen.
David Shuff met barker at the nursing home where he takes his therapy dog to help the patients. Shuff who happens to work with Mark Cantor for Jazz on Film, tracked down the footage of Barker’s performances to show her while she lay on her death bed.
She was elated by the footage and spotted herself, laughing as she reminisced about how her nickname use to be ‘Chicken Little’.
She didn’t talk much however, she just watched her younger self in awe. 

(Copiédi daqui: (!) )




Partícula

quarta-feira, 3 de outubro de 2012


Alguém cantando by Caetano Veloso on Grooveshark



"O Objectivo da Arte não é ser Moral nem Imoral. A arte não tem, para o artista, fim social. Tem, sim, um destino social, mas o artista nunca sabe qual ele é, porque a Natureza o oculta no labirinto dos seus desígnios. Eu explico melhor. O artista deve escrever, pintar, esculpir, sem olhar a outra cousa que ao que escreve, pinta, ou esculpe. Deve escrever sem olhar para fora de si. Por isso a arte, não deve ser, propositadamente, moral nem imoral. É tão vergonhoso fazer arte moral como fazer arte imoral. Ambas as [cousas] implicam que o artista desceu a preocupar-se com a gente de lá fora. Tão inferior é, neste ponto, um sermonário católico como um triste Wilde ou d'Annunzio, sempre com a preocupação de irritar a platéia. Irritar é um modo de agradar." 

Fernando Pessoa, in 'Sobre «Orpheu», Sensacionismo e Paùlismo'




Expressão por Hamlet!

terça-feira, 3 de abril de 2012

[rascunho28/03]

Atordoado por devaneios e as verdades nestes remoídas, Hamlet, apreensivo por respostas, encontra num grupo de atores a oportunidade de desmascarar os culpados pelo absurdo que aconteceu na corte ...

À peça, prestes a ser apresentada ao rei e a rainha, de história semelhante ao que ocorrera, são acrescentados diálogos fatais... E então surge a necessidade de que o príncipe explique o quão densa e intensa deve ser a atuação e a expressão da verdade na interpretação... Para que a “vítima”  recebesse um ataque fulminante em consciência e assim, por final, se revelasse culpada...

Lógico que este resumo em linhas não resolva a contextualização, o ideal é ler Hamlet.

Enfim, à peça... A armadilha...
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HAMLET: (Instruindo o primeiro ator)
Tem a bondade de dizer aquele trecho do jeito que eu ensinei, com naturalidade. Se encheres a boca, berrar as palavras, como costumam fazer muitos dos nossos atores, preferira ouvir os meus versos recitados pelo pregoeiro público. Não te ponhas a serrar o ar com as mãos , desta maneira (Faz gestos no ar com as mãos.); sê temperado nos gestos, por que até mesmo na torrente e na tempestade, direi melhor, no turbilhão das paixões, é preciso conceber e exprimir sobriedade – o que engrandece a ação. Oh! Dói-me até ao fundo da alma ouvir um desses latagões robustos, de peruca enorme, estraçalhando uma paixão até fazê-la a verdadeiros trapos, arrebentando os tímpanos dos assistentes, que, na maioria, só apreciam barulho e pantomima sem significado... Dá gana de açoitar o indivíduo que se põe a exagerar no papel de Termagante e que pretende ser mais Herodes do que ele próprio. Por favor, evita isso.

PRIMEIRO ATOR: Vossa Alteza, pode ficar tranqüilo.

HAMLET:  Mas também nada de contenção exagerada;  teu discernimento deve te orientar. Acomoda o gesto à palavra e a palavra ao gesto, com o cuidado de não perder a simplicidade natural. Pois tudo que é forçado deturpa o intuito da representação, cuja finalidade, em sua origem e agora, era, e é, exibir um espelho à natureza; mostrar à virtude sua própria expressão. Ora, se isso é posto de forma exagerada, ou então mal concluída, por mais que faça rir ao ignorante só pode causar tédio ao exigente; cuja opinião deve pesar mais no teu conceito do que uma platéia inteira de patetas. Ah, eu tenho visto atores – e elogiados até! e muito elogiados! – que, pra não usar termos profanos, eu diria que não tem nem voz nem jeito de cristãos, ou de pagãos – sequer de homens! Berram, ou gaguejam de tal forma, que eu fico pensando se não foram feitos – e malfeitos! – por algum aprendiz da natureza, tão abominável é a maneira com que imitam a humanidade!

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