Engavetados 2017

quinta-feira, 31 de agosto de 2017


Enantiómeros
Mero
Nane
Anti
Eros
“Nam
Myoho - Rengue
Kyo”
Eros
Anti
Nane
Mero
Enantiómeros


Março, 2017
Paraty

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Sem Nome

Você
 Uma falha
Folhando tempo-espaço em minha vida
O relógio me escangalha
Me mantendo estarrecida,
Que não são precisamente os ponteiros
Que trar-me-iam agora
Você

Abril, 2017
Paraty


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Às Penas
Minhas vistas destorcidas pelos barcos dos pesqueiros
E gaivotas em polvadeiro alçam o agito no céu
É por que passa a barca e todo o seu escarcéu
Matriarca nesta cena
De horizonte fito léu


Agita gaivota as penas!

Estica teu corpo plena!



Que o Pão de Açúcar à minha frente,
 miragem o dissolveu
-Traga-me hoje o oriente 
-Esvoaça, espanta as penas
do santo dia que é meu


RJ, Paquetá: 
Janeiro/17

Olá Patricinha.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017


bah cara;
Putinha denúncia minhas fotos no Insta e eu perdi a do beijinho no ombro.

Receitas da Carochinha:

Nós não vamo pagá nada!

sábado, 5 de agosto de 2017

*

Sejamos Carochas!

Tem que dá lugar


pros gringo anda;


Por que o aluguel


Eles quem vão pagáaa!


Que luxo este importado no Rio de Janeiro! - Sabor especial por vir de graça da feira
#Recycle 

Eu sempre quis muito 

mesmo que parecesse ser modestuuuu!

Ohhh, Juro que eu não presto!

Arrest me my friend!!! 

Cozzzz...

I'm not the only oneeeee

Yeaahhhhh!


Poxa, e hoje Schubert acorda me falando algo excêntrico:
            -"Sonhava que estava falando com você, assim onde você está mesmo; E logo se transforma na minha vó!"


“Ao amar outra alma em volta”

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Eu gosto do seu carinho
Pois me toca
Deve ser nosso pouco de roça
Violando o sentido deles.

À tanta injúria torta,
Quem sabe ao giro da roca
Do ponto místico quem toca
Tais nasais se desentorta.

E  perdoe elegante moço,
É que em estafo e alvoroço 
Eu renasço,
Prevaleço
Ao sentimento que me aporta.

Quando há tempos não dissolvia
Nas vigas que fecham a porta
Pois dessemelhantes são vias
Em dura alma tão morta.

Porém, sem reviravolta
Amor. Oh, bendito venço
Transando no que convenço
“Ao amar outra alma em volta”.

Cosmogônica


Alterações biológicas são um conceito de realidade cosmogônica.

Gênio incompreendido;

Não. Jamais mencionaria isso.

Minha genialidade morre a cada gafe intelectual que profiro e virei proferir
Meça às prosódias erráticas de Caetano.
Só que;
É a moral dessa ofensa que decorre ao mito
Gênio incompreendido,
Eu?
Dentre os dez mil outros cérebros gênios que sonham 
nesse exato instante
Penso quase aflito
Eu?
Não sou nada.

Mas

E o torus?
E os horizontes bacanas,
de eventos legais...
Algum outro me indica?
Na clarividência de uma mecânica tão exata
da Natureza e do virtu.
O que está subtendido?
Sem excêntrica 
Meta do vírus,
que deu em nós
Que é toro?
Qual realidade se enquadra...
Forquilha? Axis?
Uma crítica mal pensada!?


Vestindo rotos e manchados panos
Circulo estradas de longas rotas 
Vendo jazer sem nunca ter qual Pessoa;
Em traçantes, por fado em bom grado 
destinos de gêmeos dados 
Consistentes caminhos planos

De solidão conformados
Ao mérito do conforto dado
quando se batem
Ressoam
Combatem
Ao deleite do extasio
De mesmo jeito, em transe 
Invadem
Confundem
Se expandem
Gênios da razão.


Mas se vírus?
Por fim
Quem seriam?
Incompreendidos gens
Labor...
Labi... An...
Labirínticando 
Saberes 
destes desconexos marginais;
De vias, 
Veias,
Viés...
Forcas do lúmen
Força da barra 
pra o estarrecer.

Seriam pais
gênios sem perdão
Seriam meus ais da incompreensão.
Ou somente, talvez os meus erros de pontuação.
(?*)